Tributação: Precisamos falar de impostos sobre Airsoft

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No Brasil, a tributação de armas de airsoft beira o ridículo, e os operadores não aguentam mais chorar ao ver os preços no exterior.

Brasil, país onde os impostos são cobrados de acordo com um julgamento de “produtos supérfluos”, ou seja, maneira descarada de controle de mercado por parte do governo, pratica que se aproxima de governos de esquerda, caracterizados pelo alto controle do governo sobre os produtos, nesse caso o controle é feito através dos impostos.

No Brasil, governos como o de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes se posam como liberais, mas produtos como airsoft e video-games continuam com os altos impostos. Para se ter uma ideia, de acordo com o proprio Minstério da Economia e a Receita Federal, armas importadas tem pelo menos, cerca de 85% em imposto, ou seja, uma arma que tem preço de fabricação+lucro do fabricante custando R$ 1000 passara a custar R$ 1850. Nesse caso são 60% de impostos sobre valor dos bens somado ao frete, sem contar o ICMS que varia de estado para estado (no caso fictício coloquei como se fosse 25%).

Diante do exposto, cabe a todos os operadores do Brasil, se voltarem contra essa politica ridícula. As consequências da diminuição de impostos sobre esse tipo de produto não é bom apenas para nós operadores, teremos mais fabricas vindo para o Brasil, geração de emprego, iniciativa privada trabalhando em prol da população e finalmente, o tão desejado imposto para os cofres públicos vira garantidamente, mas dessa vez sem prejudicar ninguém.

Por Tiago Hartung

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